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Suely Pavan Zanella

Psicóloga CRP 06/10220, formada em 1979 pela Faculdade Paulistana de Ciências e Letras com foco psicodinâmico (psicanálise);

Pós-graduada em Psicodrama pela Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama. Psicodramatista, didata e Supervisora pela Federação Brasileira de Psicodrama;  

Pós-graduação em Psicopatologia Psicanalítica Contemporânea – Inclusive Psicossomática, Universidade São Camilo; 

Diversos cursos sobre diferentes abordagens dentro do contexto Psicoterápico;

Atua também em Orientação de Carreira e Dilemas Profissionais desde 1998;

Ministra cursos e palestras pelo Brasil focados em Saúde Mental do Trabalhador Brasileiro; Liderança Feminina; Atendimento ao Público; Assédio Moral e Sexual; e muito mais;

Foi Professora no MBA da Universidade Anhembi nas seguintes matérias: Gestão de Pessoas; Cultura Organizacional e Treinamento e Desenvolvimento;  

Foi Professora e Supervisora na Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama nas seguintes Matérias: Role Playing do Papel Profissional; Teoria de Papéis e Supervisão do alunos em Psicodrama Socioeducacional;

 

Maiores informações  (55 11) 9 7635 8679

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Instagram: @psicosuely

Atendimento: Rua Fernandes Moreira, 47 - Chácara Santo Antonio - São Paulo

Próximo ao metrô Borba Gato

Olá!

Não trabalhamos com convêncios médicos, apenas com reembolso.

Nossos valores para consultas em psicoterapia são negociados caso a caso com cada um de nossos pacientes.

Suely Pavan Zanella  

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ELTON JOHN E SUA BANDA

Tio, vovô, velho, caduco, desatualizado... e outros atributos desqualificadores são usados pelos mais jovens para desqualificar o pessoal mais experiente em sua área, que, por inveja ou falta de informação, precisa ser jogado de lado, esperando a morte chegar.

Inveja? Falta de repertório? Estranheza?

Quantas vezes fomos surpreendidos nas redes sociais por fotos e vídeos de idosos dançando, como se isso fosse um fato raro? Sim, causa estranheza. A expectativa é que os velhos fiquem sentados na cadeira de balanço.

Causa estranheza saber que existe gente muito talentosa desde antes da internet. Gente que não vive de número de seguidores, mas de talento, esmero e esforço, e claro, atualização.

A banda de Elton John causou estranheza em muita gente. A mocinha do Multishow não sabia nem o que dizer sobre a banda e apenas se referiu às roupas e ao talento dos caras. Ela não tinha repertório para falar sobre eles, e muito menos experiencia como apresentadora.

O mesmo acontece quando um ser experiente é entrevistado em uma empresa por alguém que não tem um décimo da vivência e do conteúdo do entrevistado.

E, muitas vezes, até o tratamento aparentemente educado de “senhor” ou “senhora” só serve para colocar o “velho” em seu lugar, do tipo: “Aqui você não tem vez. Somos todos jovens.”

Há uma coisa que só se ganha com a experiência: a perfeição.

O talento é aperfeiçoado no dia a dia.

Enquanto um jovem se autodenomina mentor no Instagram, sem ter sequer três anos de experiência em sua área, e se arvora a dar palpites, outro, com mais de dez anos de vivência, perde a oportunidade.

Mas onde está o começo dessa história?

Na tal da liderança, que parece algo meio místico, mas que, na verdade, é apenas a atribuição ou característica de determinados cargos que têm influência sobre os demais.

E o que fazem esses cargos?

Limitam.

Não enxergam que gente experiente pode ser um grande negócio para as empresas.

Um selecionador vivido faz toda a diferença na hora de escolher gente boa.

Vivência é repertório. Quem os tem?

Ainda bem que Elton John e sua banda não estão buscando empregos aqui no LinkedIn.