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Suely Pavan Zanella

Psicóloga CRP 06/10220, formada em 1979 pela Faculdade Paulistana de Ciências e Letras com foco psicodinâmico (psicanálise);

Pós-graduada em Psicodrama pela Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama. Psicodramatista, didata e Supervisora pela Federação Brasileira de Psicodrama;  

Pós-graduação em Psicopatologia Psicanalítica Contemporânea – Inclusive Psicossomática, Universidade São Camilo; 

Diversos cursos sobre diferentes abordagens dentro do contexto Psicoterápico;

Atua também em Orientação de Carreira e Dilemas Profissionais desde 1998;

Ministra cursos e palestras pelo Brasil focados em Saúde Mental do Trabalhador Brasileiro; Liderança Feminina; Atendimento ao Público; Assédio Moral e Sexual; e muito mais;

Foi Professora no MBA da Universidade Anhembi nas seguintes matérias: Gestão de Pessoas; Cultura Organizacional e Treinamento e Desenvolvimento;  

Foi Professora e Supervisora na Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama nas seguintes Matérias: Role Playing do Papel Profissional; Teoria de Papéis e Supervisão do alunos em Psicodrama Socioeducacional;

 

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Instagram: @psicosuely

Atendimento: Rua Fernandes Moreira, 47 - Chácara Santo Antonio - São Paulo

Próximo ao metrô Borba Gato

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Não trabalhamos com convêncios médicos, apenas com reembolso.

Nossos valores para consultas em psicoterapia são negociados caso a caso com cada um de nossos pacientes.

Suely Pavan Zanella  

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O CASO BOMBRIL

 

Empresas que estão de fato comprometidas com a saúde mental de seus funcionários têm dois motes de atuação e prevenção:

- O primeiro é no momento de selecionar pessoas. Como todos sabem selecionar é utilizar critérios, e no caso de Seleção Pessoal, os critérios são científicos;

- O segundo tem a ver com Gestores preparados para detectarem situações nocivas à Saúde Mental, tal como assédio moral, ou violência psicológica, ou ainda para que prefere americanizar tudo o famoso “bullying”.

O caso que deve estar pululando em todas as redes sociais, notadamente aquelas que falam diretamente sobre Recursos Humanos, Liderança e  que tais. E deve estar intrigando aquele que acham que a NR1 é o que resolvera todos os problemas psicossociais da empresa.

Após o assassinato de três colegas e posterior suicídio do agressor, começaram a circular diferentes versões. A primeira é que o assassino não era funcionário da empresa, e sim terceirizado. Como se terceirizados não fizessem parte do escopo empresarial e não devessem ser devidamente selecionados com foco em Saúde Mental. Depois um e outro falou o que é falado em toda a espécie de crime, que o assassino era um sujeito tranquilo e calado. Grande coisa, como se isso eximisse a empresa de suas responsabilidade. A empresa por sua vez disse que tem programas de apoio psicológico, programas sobre ética, e outros programas (sim, repeti 3 vezes). Todos a meu ver bastante distantes da realidade. Gestores treinados em Saúde Mental, não aquele que sabe rotular que o fulado é depressivo ou se tem TDAH, mas sim é capaz de ler e enxergar fatores relacionais importantes, como brincadeiras imbecis entre marmanjos e que são altamente inadequadas para o contexto empresarial. E há culturas que são embebidas desta imbecilidade que todos acham que é “brincadeirinha”, e que não passa de violência psicológica “braba”.

Se tem uma coisa que falar de Saúde Mental requer é encarar a verdade. Não é tapar o sol com a peneira, que é aliás, o primeiro passo da insanidade. E encarar a verdade é que a BOMBRIL se aprofunde no que de fato aconteceu, e isso tem muito mais a ver com Psicologia do que com Relações Públicas.

E enquanto se fala isso ou aquilo a Saúde Mental embarca naquele velho slogan do humorista Chico Anísio, só que ao invés de salário é: E a Saúde Mental, oh!