Em todos nós existe uma criança que nunca deveria ter adormecido
Dentro de nós há uma criança que nunca deveria ter adormecido
Alguém disse uma vez que dentro de nós há uma criança que nunca deveria ter adormecido.
É ela que nos mostra onde há a esperança. Já reparou como os olhos das crianças são brilhantes?
É ela que nos faz sair da sisudez e até da própria velhice. Mostra que brincar é preciso. Brincar mesmo, de verdade. Como brincam as crianças pequenas ainda não inebriadas pelas telas. Só quem sabe brincar consegue ser criativo, virar o jogo, e ter novas ideias.
Já tentou olhar tudo pela primeira vez? Ter olhos recém-nascidos como disse a Denise Stoklos. Já tentou olhar a vida deste jeito? Ah, mas você diz: - É tudo sempre igual!
E, eu no ritmo da minha pureza de moleque digo: Será?
E afirmo, as ruas nunca são iguais, mesmo que passemos todo o santo dia e horário por elas. Os trabalhos então! O Consultor de empresas, J.C. Benvenutti dizia para fazermos os seguinte exercício: Antes de entrar no local de trabalho, fechar os olhos e olhar o lugar e as pessoas, como se fosse a primeira vez. E fazer isso é surpreendente. Tanto no trabalho como na vida.
E esse é o princípio da tão alardeada criatividade.
Enquanto usarmos os gesso diário seremos reféns da mesmice. Da doença, e da ansiedade. Você sabia que o anverso da ansiedade é a criatividade?
E, não é à toa que no Psicodrama, ao desenvolvermos um novo papel utilizamos o Role Playing? Brincar, jogar, nas mais diferentes situações e papéis.
Mas, o mundo anda mesmo engessado. É preciso sair das telas e brincar de novas soluções, novas saídas.
“Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita!"
Suely Pavan Zanella
Psicóloga CRP 06/10220
@PsicoSuely